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Uma breve reflexão sobre Saúde Mental, performance e o colapso, que chega silenciosamente.

há 3 dias
1 min de leitura

Tem gente que só percebe o próprio esgotamento quando o corpo começa a falhar.


Antes disso, a rotina continua. As entregas continuam. As responsabilidades continuam.


E justamente por continuar funcionando, muitas pessoas acreditam que ainda estão bem.


Mas existe uma diferença importante entre produtividade e presença emocional.


Algumas pessoas passam anos operando em estado constante de adaptação ao estresse. Acordam cansadas. Dormem tensas. Não conseguem desacelerar mentalmente. Perdem a capacidade de sentir prazer nas coisas simples.


E ainda assim seguem funcionando.


O problema é que o sofrimento emocional nem sempre aparece como colapso imediato. Às vezes ele aparece como distanciamento interno. Como automatização da vida. Como uma existência sustentada apenas por obrigação.


Continuar funcionando não significa estar bem e negligenciar esses sinais colocam em risco, nossa saúde, nossas relações e nosso futuro. 


Talvez a pergunta mais importante não seja:


“Quanto tempo ainda consigo continuar assim?”


Mas:


“O que estou sacrificando para conseguir continuar?"

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